Assim como numa ladeira de pedra
a vida segue sempre um caminho em que rotineiramente várias pessoas passam
deixando suas impressões e modificando a paisagem, tal é na natureza em que
ciclos constantemente acontecem e estes, por conseguinte possibilitam que uma
rocha possa se transformar em meios de progresso assim como invisivelmente
servir de papel integrador entre homem e natureza.
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domingo, 23 de junho de 2013
Exercícios do Olhar (Larissa Andaraci)
- Os artistas não viveram na mesma época fato que claramente pode ser percebido na visão e representação que cada artista teve da última ceia. Na obra de da Vinci conseguimos observar a simetria e a centralização da figura humana na forma de Jesus, o espaço é amplo e iluminado e além disso o artista utiliza bastante cores claras dando um aspecto tranquilo a obra, porém isso não anula a existência de conflitos demonstrado sobretudo na figura na figura dos discípulos. Já o quadro de Tintoretto foi pintado em um período de transição e grande mudanças sócio-culturais. A última ceia desse pintor se diferencia da primeira obra pela descentralização e uma estrutura espacial transversal que é muito nítida graças a posição diagonal da mesma, além disso a iluminação empregada com alternância de tons claros escuros confere a obra um tom realístico como também uma estranha mobilidade. A semelhança entre as obras consiste na crítica ao homem.
- Ambas as obras dão foco a Davi, no entanto Michelangelo faz isso buscando toda a perfeição que o corpo pode ter, há claramente inspiração greco-romana, já na representação de Verrocchio acontece a personificação do guerreiro em que se pode ver a indumentária de guerra e até mesmo a cabeça de Golias.
Arte: os mundos da cultura no mundo da escola – Resumo (Larissa)
Fischer inicia o texto com alguns
questionamentos acerca dos motivos que levam um ser humano a desfrutar da arte
chegando à conclusão de que o homem que sempre ser mais do que ele é buscando
uma plenitude e um mundo com mais significados.
Historicamente o ser humano vem
manipulando cores, gestos e espaços, sons etc. com a intenção de dar sentido a
algo e, sobretudo estabelecer comunicação, esta que não se estabelece apenas pela
utilização da linguagem e sim por todo um conjunto de conhecimentos de um povo
(música, pintura, dança, teatro entre outros).
O autor ressalta que para
entendermos uma linguagem é necessário aprender os código que a operam, ele
também estabelece uma analogia relacionada a alfabetização nas escolas em que
conhecemos os fundamentos de determinados assuntos e com o passar da vida
acadêmica irão sendo aprofundados.
Portanto mais fronteiras poderão
ser ultrapassadas pela compreensão e interpretação das formas sensíveis que
compõem a humanidade.
Larissa Andaraci
Quem tem medo da arte
contemporânea?
·
A atividade artística constitui um jogo de
formas, modalidades e funções que evoluem conforme épocas e contextos sociais.
·
No renascimento firmou-se o interesse por um
tratamento racional e matemático da arte e do espaço, dando-se ênfase à
perspectiva e à racionalidade. Este movimento envolveu uma nova sociedade e,
portanto novas relações sociais e em seu cotidiano.
·
O artista do Renascimento não vê mais o homem
como um simples observador do mundo que expressa a grandeza de Deus, mas como a
expressão mais grandiosa do próprio Deus.
·
O dadaísmo foi um movimento lançado em 1916, com
o objetivo de protestar contra a I Guerra Mundial e que artistas e intelectuais
de diversas nacionalidades, exilaram-se em Zurique. O nome Dadá foi casual,
escolhido abrindo-se um dicionário ao acaso.
·
Os artistas dadaístas por meio dos objetos que
criaram desenvolveram novas possibilidades formais e todo um vocabulário novo
veio enriquecer a linguagem dos vários campos da arte no século XX.
Apostila 2
·
Em geral, compreende-se como barroca a arte
desenvolvida nos anos finais do século XVI, até a primeira metade do século
XVII, suas obras apresentam o aspecto de estar sempre em movimento.
·
Com o advento da Revolução Francesa, na virada
do século XVIII, o estilo barroco fora subitamente interrompido pelo
Neoclassicismo, Romantismo, Realismo, Impressionismo, Expressionismo, e outras
tendências, tudo acontecendo no mesmo século XIX.
·
O século XIX vai representar um divisor de
águas, nas artes e nas ciências. Nele ocorre uma série de mudanças, cujo efeito
cumulativo resulta numa ruptura tão definitiva, em termos de conhecimento e
mentalidade, que os séc. anteriores parecem afastar-se de nós.
·
O impressionismo foi um movimento artístico que
revolucionou profundamente a pintura e deu início às grandes tendências da arte
do século XX.
·
Longe de indicar um grupo coeso e articulado, os
pós-impressionistas, exploraram as possibilidades abertas pelos
impressionistas, em direções muito variadas e sugerem convergências
estilísticas entre eles.
Barroco brasileiro
·
O estilo barroco chega ao Brasil pelas mãos dos
colonizadores, sobretudo portugueses, leigos e religiosos, sendo claramente
associado à religião católica.
·
Nas regiões enriquecidas pelo comercio de açúcar
e pela mineração, encontramos igrejas com trabalhos em relevo feitos em madeira
recoberta por finas camadas de ouro.
·
Em regiões que não existia nem ouro nem açúcar,
a arquitetura se apresentou com feições mais modestas e trabalhos realizados
por artistas menos experientes.
·
A partir da segunda metade do século XVII, saíam
de Salvador todas as riquezas da colônia de Portugal e para lá se dirigiam os
comerciantes portugueses que traziam consigo os hábitos da metrópole e, com
eles, os artistas e produtos portugueses.
·
A fachada da Igreja da Ordem Terceira de São
Francisco traz figuras de santos, anjos, atlantes e motivos florais esculpidos
em pedra, juntamente com os balcões que revelam certa influência do barroco
espanhol, fazem desta obra única do gênero no Brasil.
A fotografia chega ao
Brasil
·
A fotografia brasileira desenvolveu-se muito na
passagem do século XIX para o XX e esteve presente em exposições
internacionais, tal como a Exposição de St. Louis, nos EUA, em 1904.
·
Sebastião Salgado nomeado como representante
especial do UNICEF, dedicou-se a fazer crônicas sobre a vida das pessoas
excluídas.
·
Sebastião Salgado propõe-se, principalmente, a
representar como o ser humano coexiste e sobrevive em um mundo capitalista,
individualista e globalizado.
·
Vicente Muniz é fotógrafo, desenhista, pintor e
gravador. Realiza trabalhos relativos à memória à percepção e á representação
de imagens do mundo das artes e dos meios de comunicação.
·
Se para Sebastião Salgado, basta o flagrante da
câmera diante do ser humano explorado e um propósito político específico, para
Vik Muniz é preciso lidar com o propósito, não de necessariamente de denúncia
política, a um processo de execução e visualização ilusionista do ato
fotográfico.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
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