domingo, 14 de julho de 2013

Desconstrução (Laura Bastos)


"Todos os seres do universo são feitos de elementos minerais. Acredita-se que as primeiras bactérias vieram do espaço; nós somos a evolução deste processo. Viemos do espaço, azemos parte dele, descobrimos o universo em moléculas e átomos. Brilhamos. Reluzimos. Nós também somos estrelas".

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Relatório de Visita ao MAM (Alice Dias)

Este presente relatório de visita foi orientado pela professora Diana Valverde após ida da turma 10831 ao Museu de Arte Moderna da Bahia, no dia 05 de julho de 2013, no qual foi apresentado aos alunos duas exposições: “Esquizópolis” e” Tupy todos os dias”.
A primeira exposição,“Esquizópolis”, mostra o lado esquizofrênico da cidade do Salvador, um local dividido pela sua história de controvérsias. O tema foi conceituado pela primeira vez pelo arquiteto Chango Cordiviola, retratando o território soteropolitano diante das suas formas de desenho urbano e arquitetônico derivados da polaridade cidade nova/cidade velha. Já a segunda, “Tupy todos os dias”, diversos artistas retomam a análise do baiano Juarez Paraíso na tentativa de aproximar a arte do meio natural e tropical da terra de Todos os Santos.
A obra escolhida para descrição e aprofundamento foi a do artista Ricardo Alvarenga que iniciou seus trabalhos com arte em 2000, mas desde sempre busca falar com o corpo. Este fato é caracterizado pela participação do mesmo na dança contemporânea e seu mestrando do programa de Dança da Universidade Federal da Bahia. Rastros é um conjunto de fotografias e performance e vídeo, feita em 2012 e premiada pelos Salões de Artes Visuais da Bahia em Jequié no mesmo ano.
O museu foi contemplado pela obra que denota o ser humano num verdadeiro estado esquizofrênico, onde o próprio artista cobre todo o rosto com o cabelo na tentativa de esconder identidades e tira maços de cabelo, numa demonstração de estresse e descontrole da alma. Esses rastros são deixados ao chão e fotografados. Numa análise particular é como se o Alvarenga retirasse tudo aquilo que incomoda sua mente, é o homem como um sistema-vivo em meio há um coletivo

 Alice Dias (02)

A rocha construiu o mundo e a geologia o meu eu! (Alice Dias)

Alice Dias (02)

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Imagem desconstruída ( GIDEÃO SILVA)



Ó hematita, grande foi sua ajuda!
Além de aumentar o verde nas plantas;
Aumentou a rapidez e o lucro na exportação.
Ó hematita, grande foi sua ajuda!
Com os lucros surgiu a raiz da industrialização
Ó hematita, grande é a sua ajuda!

Visita ao MAM (Alana Karolyne Santos)

Relatório requisitado pela docente Diana Valverde, após a visita técnica feita ao Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM), no dia 05 de julho de 2013. Nesta época as exposições em cartaz eram a "Esquizópolis" e "Tupy todos os dias".
Esquizópolis é um termo que designa a esquizofrenia arquitetônica que existe em Salvador. Este termo foi criado pelo arquiteto Chango Cordivola, em 19993, que usou o auxílio de um jargão jornalístico ao se apropriar do termo. A Esquizópolis tem o objetivo de caracterizar a situação em que Salvador se encontra, como a cidade dividida e que convive com duas formas arquitetônicas a nova e a velha o que é resultado da polaridade urbana.
A exposição Tupy todos os dias foi criada pelo baiano Juarez Paraíso. O mundo em potência é a razão e o princípio do Tupy todos os dias. Nesta exposição ele procura criar esculturas e ambientes para que o seu público sinta outro contato entre a metrópole. Esta exposição é como ato simbólico para Juarez Paraíso, pois nela ele retoma ao antigo Cine Tupy (localizado no Aquidabã), desde a sua criação e o projeto ambiental que Juarez Paraíso havia feito na sala de espera do cinema, até a sua demolição a qual ficará marcado eternamente para Paraíso. 


Obra analisada

Projeções inacabada. - Rosa Bunchaft


A obra analisada é a de Rosa Bunchaft intitulada de Projeções inacabadas, está exposta na exposição "Esquizóplis" no Museu de Arte Moderna da Bahia. Rosa Bunchaft é uma artista visual, mestranda pela UFBA e licenciada em Desenho e Plástica na Escola de Belas Artes. É peculiar Bunchaft desenvolver projetos audiovisuais experimentais que articulam performance e propostas de cinema expandido no campo das artes visuais: cidade corpo e imagem. 
Em Projeções inacabadas, Rosa Bunchaft relaciona a esquizofrenia da destruição na sua vida amorosa com a demolição de uma casa que estava abandonada atras da sua residência. Bunchaft resolve então durante a demolição filmar todo o processo e sempre se identificando com a demolição. 
Bunchaft, no dia de estréia da exposição, passeia pelo salão em que está exposta a sua obra, vestida de noiva e o mais peculiar é que o seu véu é a rede usada nas construções, e isso é mais uma de suas correlações com a demolição e a destruição de ambos. 






terça-feira, 9 de julho de 2013

A Fotografia Chega ao Brasil (Gabriela)


  • Segundo pesquisas realizadas pelo fotógrafo Boris Kossoy, o francês Hércules  Florence (1804-1879), que morava no Brasil, já vinha fazendo, desde 1833, alguns avanços na técnica de registrar imagens, com o objetivo de imprimir rótulos de produtos farmacêuticos e diplomas maçônicos. Entretanto, oficialmente, considera-se o ano de 1939 e os trabalhos de Daguerre (1789-1851) como ponto de partida para a fotografia.
  • Sebastião Ribeiro Salgado (1944) é um fotógrafo brasileiro reconhecido mundialmente por seu estilo único de fotografar. É um dos mais respeitados fotojornalistas da atualidade. Nomeado como representante especial do UNICEF, dedicou-se a fazer crônicas sobre a vida das pessoas excluídas, trabalho que resultou na publicação de dez livros e realização de várias exposições, tendo recebido vários prêmios e homenagens na Europa e no continente americano.
  • Sebastião Salgado propõe-se, principalmente, a repensar a forma como o ser humano coexiste e sobrevive em um mundo capitalista, individualista e globalizado. São fotografias que exploram situações cotidianas e as "falas do corpo" dos personagens selecionados, evidenciando os efeitos as diversas modalidades de relações de poder. Ao fotografar, sobretudo, os sujeitos que sofrem efeitos da dominação de outros, ele se preocupa em denunciar, por oposição ou contraste, os que monopolizam e egoisticamente acumulam bens materiais e imateriais.
  • Vicente José de Oliveira Muniz (1961) é fotógrafo, desenhista, pintor e gravador. Realiza, desde 1988, séries de trabalhos nas quais investiga, principalmente, temas relativos à memória, à percepção e à representação de imagens do mundo das artes e dos meios de comunicação. Faz uso de técnicas diversas e emprega nas obras, com frequência, materiais inusitados como açúcar, chocolate líquido, doce de leite, catchup, gel para cabelo, lixo, poeira e diamantes, onde passa a empregar elementos para recriar figuras referentes tanto ao universo da história da arte como do cotidiano. O artista também se preocupa em provocar a ilusão visual, propiciada pela manipulação de materiais inusitados no ato de fotografar.
  • Se, para Sebastião Salgado, basta o flagrante da câmera diante do ser humano explorado e um propósito político específico, para Vik Muniz é preciso lidar com o propósito, não necessariamente de denúncia política, a um processo de execução e visualização ilusionista do ato fotográfico.

O Barroco Brasileiro (Gabriela)


  • O estilo barroco chega ao Brasil pelas mãos dos colonizadores, sobretudo portugueses, leigos e religiosos. Seu desenvolvimento pleno se dá no século XVIII, 100 anos após o surgimento do Barroco na Europa, estendendo-se até as duas primeiras décadas do século XIX. O Barroco brasileiro é claramente associado à religião católica.
  • Duas linhas diferentes caracterizam o estilo barroco brasileiro. Nas regiões enriquecidas pelo comércio de açúcar e pela mineração, encontramos igrejas com trabalhos em relevo feitos em madeira - as talhas - recobertas por finas camadas de ouro, com janelas, cornijas e portadas decoradas com detalhados trabalhos de escultura. É o caso das construções barrocas de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia e Pernambuco. Já as regiões em que não existia nem açúcar nem ouro, a arquitetura teve outra feição. Aí as igrejas apresentam talhas modestas e trabalhos realizados por artistas menos experientes e famosos de que os que viviam em regiões mais ricas da época.

Visita ao Museu de Arte Moderna da Bahia (Ekma Galvão)

Este é uma relatório requisitado pela professora Diana Valverde, após a visita ao Museu de Arte Moderna da Bahia. O objetivo deste relatório é descrever o que foi visto, focando em uma obra específica.
Na semana da visita, o museu recebia o conjunto de obras do "Esquizópolis" e o "Tupy todos os dia". Esquizópolis, foi um conceito apresentado pelo arquiteto baiano Isaías de carvalho, em 1993, que tinha como objetivo principal a critica ao desenvolvimento urbano de Salvador. A mostra de Esquizópolis no Museu de Arte Moderna da Bahia, revela a diversidade de obras, de aristas que expressam, de acordo com seu olhar, essa atmosfera moderna. Tupy todos os dias, foi criado por Juarez Paraíso, e mostra a  relação entre as metrópoles (sobretudo, a metrópole baiana) e seus habitantes.
  
Cidade Babilônica- Alex Oliveira
Esta é uma das primeiras obras da mostra Esquizópolis. Obra de Alex Oliveira, feita em 2011. São fotos que mostram um local abandonado, onde o artista mostra o abandono nas grandes cidade.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Relatório de visita ao MAM (Gabriela)

     No dia 5 de julho de 2013, sob orientação da docente Diana Valverde, responsável pela disciplina de Artes Visuais, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia, Campus de Salvador, a turma 10831, 3º ano do curso técnico em Geologia integrado ao ensino médio, realizou uma visita ao Museu de Arte Moderna, atualmente localizado no Solar do Unhão. No museu, visitamos duas exposições: "Esquizópolis" e "TUPY todos os dias". A primeira tem como ideia principal retratar a esquizofrenia do espaço geográfico, focando no espaço urbano, especialmente em seu crescimento desordenado, desenfreado e tangente a qualquer indício de planejamento prévio. As cidades vão crescendo e seus habitantes vão acompanhando suas transformações, sendo causa e consequência das mesmas. Já a exposição Tupy busca retratar os ideais de Juarez Paraíso. O presente relatório tem como objetivo descrever e dissertar sobre uma das obras observadas.
     A obra escolhida foi "Frente e verso", parte da exposição "Esquizópolis", do artista plástico Alex Torres, ganhadora do Prêmio Salões de Artes Visuais da Bahia, em Juazeiro, no ano de 2012. Consiste na exposição dos documentos originais do artista (carteira de identidade, cartões de crédito, CPF, diploma, título de eleitor, etc) e, a princípio, causa espanto ao observador. Afinal, o que o artista quis dizer ao exibir todos os seus documentos desta forma? (Será que não há perigo de ele ser roubado?) O que os documentos de alguém têm a ver com a arte?
    Em realidade, ao pararmos para refletir a respeito, todos os documentos são constituídos de números e diversos tipos de códigos, que dão a nossa identificação para o governo, a universidade, o banco ou qualquer outro órgão onde estejamos cadastrados. Não somos pessoas, somos números. O número do RG, do CPF, do cartão de crédito, da matrícula, etc., é a nossa verdadeira identidade. Isso causa um incômodo porque, ao pensar a respeito, nos sentimos menos humanos e mais objetos. Mas é isso que somos, afinal. Objetos-fontes de lucro, de impostos, de problemas, de soluções. Somos marionetes, iludidos em nossa falsa ideia de liberdade. (É possível relacionar esta obra, com sua expressão de ilusão e manipulação, a uma música dos Titãs, intitulada "Mundo Cão", do disco "A Melhor Banda de Todos os Tempos da Última Semana".)

domingo, 7 de julho de 2013

Imagem desconstruída (Ivan Pedro)

Para aqueles que desejam aprofundar-se na geologia está se revelará como um verdadeiro caleidoscópio de informações, belezas, sensações e conhecimentos. Um mundo no qual é fácil se perder mas ao mesmo tempo será maravilhoso se souber se encontrar.

sábado, 6 de julho de 2013

Imagem desconstruída (Alana Karolyne)

O Foco


O grande foco das empresas é o dinheiro, sendo assim a natureza a grande fornecedora de recursos, para que o homem lucre. Os minerais então passaram a ter um único foco , fornecer dinheiro, sejam na ornamentação, como na construção e entre outros. Mas para isso o homem deve modificar, assim como ele modifica tudo.

Atividades - Textos (Alana Karolyne)

Dadaísmo e Renascimento (Texto 1)

  • Quem tem medo de arte contemporânea?

"A arte recente tem utilizado não apenas tinta, metal pedra, mas também ar, luz, som, palavras, pessoas, comida e muitas outras coisas"
"Assim, os movimentos do modernismo e as tendências, tais como o Expressionismo, o Fauvismo, o Cubismo, o Futurismo, o Abstracionismo, o Dadaísmo, o Surrealismo, a Pintura Metafísica, a Op-art, a Pop-Art, a Arte Conceitual, o Minimalismo Expressaram de um modo ou de outro, a perplexidade do homem contemporâneo."
"A cena contemporânea explode os enquadramentos sociais e artísticos do modernismo, abrindo-se a experiencias culturais dispares."

  • Leitura e interpretação - Exercícios do olhar


" A sombra pode marcar aqui o legado deixado por Duchamp, nas suas investidas para a Arte Conceitual, a sombra como metáfora, daquele objeto causador de estranhamentos.
" O confronto é direto, a sensação de que algo está faltando, de um vazio, traz o estranhamento."

  • Renascimento

"O homem com a medida de todas as coisas... Foi um grande movimento de mudanças culturais que atingiu as camadas urbanas da Europa Ocidental entre os séculos XIV e XVI, caracterizado pela retomada dos valores da cultura greco-romana..."
"Seria um dogma racionalista em vez de religioso... Constituiria, devorante, a nova lente a enfocar a realidade e não uma realidade."
"A vida urbana passou a implicar um novo comportamento, pois o trabalho, a diversão, o tipo de moradia, os encontro nas ruas, implicavam por si só um novo comportamento entre as pessoas."
"Os artistas do período se orientaram por ideias de perfeição, harmonia, equilíbrio representados com o auxilio dos sentidos de simetria e proporção das figuras."
"O artista do Renascimento não vê mais o homem como um simples observador do mundo que expressa a grandeza de Deus, mas como a expressão mais grandiosa do próprio Deus. E o mundo é Pensado como uma realidade a der compreendida cientificamente..."
"... o homem, centro do mundo, rei do universo."


  • Dadaísmo

" O dadaísmo - foi um movimento lançado em 1916, com o objetivo de protestar contra a I Guerra Mundial e que artistas e intelectuais de diversas nacionalidades, exilaram-se em Zurique, na Suíça. (...) Os dadaístas propunham que a criação artística se libertasse das amarras do pensamento racionalista e do bom gosto ocidental."
"O fato é que, através dos objetos que criaram, os artistas dadaístas desenvolveram novas possibilidades formais e todo um vocabulário novo veio enriquecer a linguagem nos vários campos da arte do século XX"


Barroco, Impressionismo, Pós-impressionismo e Expressionismo (Texto 2)



"É o momento que corresponde a um período de grande turbulência politico-econômica, social e principalmente religiosa. Fatos importantes como: o término do Ciclo das grandes navegações, a Reforma Protestante (...), o Movimento Católico de Contra Reforma, marcaram o contexto histórico desse período."
"A Terra deixou definitivamente de Construir o centro do universo, tornando-se apenas um entre inúmeros outros corpos celestes, e também o Homem teve que abdicar de sua posição privilegiada como alvo de toda a Criação."
"O Renascimento foi uma época eufórica, otimista, uma das poucas da história da arte, ao passo que o Barroco ao iniciar-se já se torna mais sombrio, pessimista, acentuando os conflitos e a insegurança da condição humana e preferências por temas opostos: espírito e matéria, perdão e pecado, bem e mal, céu e inferno"
"Em geral, compreende-se como barroca a arte desenvolvida os anos finais do século XVI, até  primeira metade do século XVII, com a arte religiosa da Contra Reforma."
"Com o advento da Revolução Francesa, na virada do século XVIII (1789-1799), o estilo barroco fora subitamente interrompido pelo Neoclassicismo, Romantismo, Realismo, Impressionismo, Expressionismo, e outras tendências, tudo acontecendo no mesmo século XIX "

"O século XIX, vai representar um divisor de águas, nas artes e nas ciências. Nele ocorre uma série de mudanças, cujo efeito cumulativo resulta numa ruptura tão definitiva, em termos de conhecimentos e de mentalidade, que todos os séculos anteriores parecem afastar-se de nós, recuando a períodos bem mais distantes do que seria o caso na simples passagem do tempo cronológico."

"O Impressionismo foi um movimento artístico que revolucionou profundamente a pintura e deu início às grandes tendencias da arte do século XX."
"Os artistas impressionistas descreveram um fenômeno da natureza: a luminosidade atmosférica. O movimento formou-se em Paris entre 1860 e 1870, apresentou-se pela primeira vez ao público em 1874."
"A visão tradicional de corpos tangíveis, havia desaparecido com o impressionismo e, com ela, o universo inteiro ter se tornado intangível"

"PÓS-IMPRESSIONISMO- Longe de iniciar um grupo coeso e articulado, o termo se dirige ao trabalho de pintores que, entre 1880 e 1890, exploram as possibilidades abertas pelo impressionismo, em direções muito variadas e sugerem convergências estilísticas (...)"

"O naturalismo tão caro aos impressionistas, está na base de boa parte das restrições feitas a este novo movimento."



O Barroco Brasileiro (Texto 3)

"O estilo chega ao Brasil pelas mãos dos colonizadores, sobretudo portugueses, leigos e religiosos... O Barroco brasileiro é claramente associado à religião católica."
"Duas linhas diferentes caracterizam o estilo barroco brasileiro. Nas regiões enriquecidas pelo comercio de açúcar e pela mineração, encontramos igrejas com trabalhos em relevo feitos em madeira...Já as regiões que não existia nem açúcar nem ouro, a arquitetura teve outra feição."

  • Igreja e convento de São Francisco

"A partir da segunda metade do século XVII, a arquitetura das cidades mais ricas do Nordeste brasileiro começou a se modificar"
"A igreja é especialmente preciosa pela sua exuberante decoração interna. (...) É considerada uma das mais significativas expressões do barroco no Brasil."

  • Ordem Terceira de São Francisco 

"A fachada da Igreja da Ordem Terceira de São Francisco construída no século XVIII, é especialmente importante para o estudo do barroco no Brasil. (...) As figuras dos santos, anjos, atlantes e motivos florais esculpidos em pedra, juntamente com os balcões que revelem certa influência do barroco espanhol, fazem desta obra a única do gênero no Brasil."


A fotografia Chega ao Brasil (Texto 4)



"Entretanto, oficialmente, considera-se o ano de 1939 e os trabalhos de Daguerre (1789-1851) como ponto de partida para a fotografia."
"A fotografia brasileira desenvolveu-se muito na passagem do século e esteve presente em exposições internacionais, tal como a exposição de St. Louis, nos Estados Unidos, em 1904. Dessa mostra participou, entre outros, o fotógrafo brasileiro Valério Lima (1862-1941), que apresentou a interessante fotomontagem Os trinta Valérios, em que aparecem trinta figuras numa sala, todas com o rosto do próprio fotógrafo."

  • A fotografia de Sebastião Salgado


"Sebastião Salgado propõe-se, principalmente, a repensar a forma como o ser humano coexiste e sobrevive em um mundo capitalista, individualista e globalizado. São fotografias que exploram situações cotidianas e as 'falas do corpo' dos personagens selecionados, evidenciando os efeitos das diversas modalidades de relações de poder."

  • A fotografia de Vik Muniz


"São fotografias que exploram situações cotidianas e as "falas do corpo" dos personagens selecionados, evidenciando os efeitos das diversas modalidades de relações de poder."
" O título "Crianças de Açúcar" remete à literalidade da Execução do Ato Fotográfico e às associações interpretativas que podem ser construídas pelo receptor."

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Barroco, Impressionismo, Pós-Impressionismo e Expressionismo (Gabriela)


  • Podemos começar a entender agora o porquê do mesmo tema ser tratado de modos diferentes, mesmo quando contrastam não se excluem. Isso ocorre também na vida. O mundo se diferencia. Mesmo na serenidade de Da Vinci há momentos de tensão e conflitos, ao mesmo tempo em que tudo parece calmo. Estamos diante de duas visões diferentes, elas também correspondem a duas questões que começam a se distanciar em seus valores e expectativas. O Renascimento foi uma época eufórica, otimista, uma das poucas da história da arte, ao passo que o Barroco ao iniciar-se já se torna mais sombrio, pessimista, acentuando os conflitos e a insegurança da condição humana e preferências por temas opostos: espírito e matéria, perdão e pecado, bem e mal, céu e inferno.
  • Em geral, compreende-se como barroca a arte desenvolvida nos anos finais do século XVI, até a primeira metade do século XVII, com a arte religiosa da Contrarreforma. Uma delas foi favorecer o surgimento dos Estados nacionais e dos governos absolutistas, pois propunha que cada  país se libertasse da submissão ao papa.  No entanto, a Igreja Católica logo se organizou contra a Reforma Protestante. Na verdade, desde o início do século XV havia um movimento dentro da Igreja que pretendia eliminar os abusos nos mosteiros e fortalecer a vida espiritual.
  • Com o advento da Revolução Francesa, na virada do século XVIII (1789-1799), o estilo barroco fora subitamente interrompido pelo Neoclassicismo, Romantismo, Realismo, Impressionismo, Expressionismo, e outras tendências, tudo acontecendo no mesmo século XIX.
  • O impressionismo foi um movimento artístico que revolucionou profundamente a pintura e deu início às grandes tendências da arte do século XX. Os artistas impressionistas descreveram um fenômeno da natureza: a luminosidade atmosférica. O movimento formou-se em Paris entre 1860 e 1870, apresentou-se pela primeira vez ao público em 1874. 
  • Diante da obra de Monet,  vemos que o tema real não é a paisagem, embora a estrutura dos objetos não se altere, são jogos feéricos de reflexos coloridos produzidos pela luminosidade nas várias horas do dia. São registros de momentos fugidios, momentos impressionistas, momentos instáveis, através da observação e transcrição dos efeitos de cor que o fenômeno natural produz de cada vez, sem generalizar e, por outro, sem introduzir maiores ênfases subjetivas, emocionais.
  • Pós-impressionismo: Longe de indicar um grupo coeso e articulado, o termo se dirige ao trabalho de pintores que, entre 1880 e 1890, exploram as possibilidades abertas pelo impressionismo.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Resumo: "Arte: os mundos da cultura no mundo da escola" (Gabriela)

     O ser humano, desde seus primórdios, buscou através da arte expressar seus sentimentos e pensamentos, se completar, se satisfazer. Seja através da pintura rupestre, das artes plásticas, da música ou da dança, é visível a preocupação humana em produzir arte, por mais que ela não seja necessariamente fundamental à sobrevivência.
     Mas a arte é intrínseca ao homem. Não se trata de sobreviver, e sim de alcançar uma plenitude, através da imaginação produzir algo que o complete ou o faça ser mais do que ele realmente é.
     A comunicação não se dá apenas por meio da palavra, seja ela escrita ou falada. Em realidade, sabe-se que é possível obter uma comunicação e disseminar conhecimentos através das músicas, teatro, poesia, pintura, dança, cinema, etc. Por exemplo, uma pessoa pode obter conhecimentos sobre um país cuja língua ela desconheça, através da simples observação da arte daquele local.
     Muitas vezes, não compreendemos certas obras de arte. Mas boa parte delas tem justamente essa finalidade: fazer o observador buscar os conhecimentos relacionados a ela, se alfabetizar nas linguagens da arte..
     Desta forma, é possível compreender o funcionamento de outras culturas e até de nós mesmos, provocando uma maior interação entre povos diferentes, ultrapassando fronteiras.

domingo, 30 de junho de 2013

Descontuindo


Muitas vezes, o geólogo deve ir fundo, afim de encontrar pistas e evidências. Indo em lugares onde ninguém jamais foi ou irá um dia. Lugares nunca antes explorados, mas que guardam marcas de acontecimentos importantes para a humanidade. É preciso se preparar, pois há muitos caminhos a percorrer...